sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ganhador.


Não é que lhe faltava algo real.
Mas com o Furta ela tinha oportunidade de se conhecer melhor.
Posicionava-o em diferentes angulos e sentia o prazer diferenciado que cada mílimetro de seu corpo lhe proporcionava.

Estava no cinema.
Não queria a companhia de ninguém além do Furta.
O filme era apenas uma desculpa, assim como casais de namorados fazem ao ir ao cinema.

Acomodou-se em uma poltrona estrategicamente posicionada.
Afinal, iria realizar atos libidinosos.
Sua cama não era mais o suficiente para suas experiencias com o Furta.

Inicia-se o filme.
Cinema parcilamente vazio.
"Ainda bem!" - pensou.
Tirou-o então da bolsa.
Levantou a saia.
Estava sem calcinha, afinal, precisava de facilidade.
Se o Furta estivesse acoplado à um homem, esse estaria excitadíssimo.

Lambeu o Furta para que não a machucasse.
Começou então a molestar-se.
Colocou o Furta no último grau de vibração e o deixou em cima da parte mais sensível de si.
Sentiu-o enrijecer e formigar.

Enquanto na tela do cinema acontecia uma cena violenta de morte e sangue, seu corpo ansiava por aquele objeto dentro de si.
Introduziu-o de uma só vez.
Como se tivesse sendo rasgada sem dó nem piedade.
O movimento de entra e sai se inicia e ela toca seu clitoris com a outra mão.

Não pudia gemer, pois estava em local público e isso a enchia de tesão.
Transar dentro do cinema era clichê.
"Duvido que alguém já veio para o cinema acompanhada apenas por seu vibrador!" - divertia-se.

Estava sendo obervada por um casal que sentava-se na poltrona de trás.
E isso a fazia estremecer mais ainda de tesão.
Adorava ser observada - e desejada.

Começou imaginar-se em um bacanal com o casalzinho inocente sentados atrás dela.
A menina era bonitinha. O cara era uma graça.
Imaginava que o Furta era o pau do cara dentro dela e seu dedo em seu clitoris, a língua da menina.
Delirava.
E tiros e mais tiros inundava o cinema com um barulho ensurdecedor.
E nessas horas aproveitava e se permitia emitir e externar seu prazer.

Após segurar-se diversas vezes, atingiu o apse.
Retirou o Furta de si.
Guardou-o.
Ajeitou-se na poltrona e colocou uma bala de goma na boca, satisfeita.
Olhou pra trás e deu um sorriso para o casalzinho.

Nunca haveria visto um filme tão bom.
Digno de Oscar!!!

2 comentários:

Debor@h disse...

Menina, que que é isso ahhaha Uau!! Estou sem palavras haha muito bom! Esse furta deve ser muito bom haha e essa menina muito corajosa, imaginano cinema haha Me matou de rir ahha Bjs

! Marcelo Cândido ! disse...

Um dia quero ganhar o oscar
!!!
DEve ser a "emoção"